Na maioria das linhas de produção de esmaltes ou engobes, os problemas são bastante consistentes, como descrito abaixo:
Primeiro, instabilidade da lama Essa é provavelmente a queixa mais comum. Sem um controle reológico adequado, os engobes tendem a sedimentar, flocularem ou se separarem durante o armazenamento e a aplicação, resultando em revestimento irregular e baixa reprodutibilidade.
Em segundo lugar, má adesão e coberturaSe o sistema de aglutinante for fraco, as camadas de esmalte podem apresentar poros, craquelamento ou até mesmo descascamento parcial após a queima — especialmente em linhas de produção rápidas.
Outro problema que vemos frequentemente na prática é defeitos relacionados à secagem — problemas de rachaduras, encolhimento ou tensão superficial causados pela evaporação descontrolada da água.
E, finalmente, inconsistência do processoA eficiência da moagem, a deriva da viscosidade e a variabilidade da aplicação afetam a qualidade do produto final e a taxa de refugo.
























